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Nossa atuação

 

 

Sustentabilidade para o Banco Votorantim é o desenvolvimento e execução de ações perenes, que reafirmam nosso compromisso com o desenvolvimento do Brasil, diminuam o impacto no meio ambiente e garantam a gestão ampliada de riscos e oportunidades para nossos clientes e colaboradores.

Nossa Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Social traz as diretrizes para o relacionamento do Banco com os colaboradores, clientes, mercado, fornecedores, comunidade e governo. Também fornece princípios para a gestão de atividades e relação com o meio ambiente, o gerenciamento de risco socioambiental nos negócios e o desenvolvimento e a gestão de produtos e serviços.

Nós do Banco Votorantim reafirmamos o compromisso com os princípios de desenvolvimento sustentável em todas as nossas atividades e operações.

Nossa atuação em responsabilidade social está pautada em transformação social e desenvolvimento do país, por meio do apoio a projetos nas áreas de cultura, esporte, infância e adolescência

 

Cultura

CCBB- Exposição 50 anos de realismo - do fotorrealismo à realidade virtual
Exposição inédita, que cobre com mais de 80 obras nacionais e internacionais os 50 anos de movimento realista, indo do fotorrealismo a realidade virtual.

Instituto Querô - "Oficinas Querô", "Querô na Escola" e "Querô Comunidades"
Apoio às oficinas de capacitação de jovens de áreas periféricas na produção audiovisual.

MASP - Diálogos no acervo e MASP oficinas
Realização de conversas sobre obras e exposições do museu acompanhadas por especialistas, com atividades educacionais que exploram as diversas linguagens pelas quais a arte se manifesta.

Pastoral da Criança - Museu da Vida
Promove informação e reflexão através de exposições e ações educativas sobre saúde, nutrição, educação e cidadania no cuidado com a criança na família, além de preservar a memória da missão da Dra. Zilda Arns Neumann.

Mozarteum - Plano anual São Paulo
Valorização e difusão da cultura musical com a promoção de espetáculos de música erudita e a manutenção de atividades educativas.

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais - Concertos Fora de Série 
Concertos temáticos de música erudita, acessíveis ao público e que promovem intercâmbios entre as diversas formas de arte.

OSESP - Academia OSESP
Capacitação de profissionais instrumentistas, coralistas e regentes, capacitando-os para integrar orquestras de excelência.

Instituto Baccarelli – Plano anual de atividades
Proporciona a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social um trabalho educacional pleno de formação musical e artística de excelência, desenvolvimento pessoal e oportunidade de profissionalização na música.

Cia Deborah Colker- “Espetáculo Cão sem Pluma” e “Nó”
Turnê de espetáculos de dança coreografados pela renomada bailarina e coreógrafa brasileira Deborah Colker.

Brazucah- Cine Solar
Cinema itinerante que utiliza energia renovável solar para realizar exibições de filmes em diversas cidades do Brasil.

Filme Divaldo Franco
Filme sobre a vida e o legado do médium baiano Divaldo Franco, fundador  da instituição “Mansão do Caminho”, na região nordeste do Brasil.

Esporte

APABB- Projeto Movimento
Proporciona por meio do esporte a inclusão e qualidade de vida de pessoas com deficiência.

Olga Kos- Taekwondo Kids VI
Proporciona por meio da prática do Taekwondo a inclusão de crianças com e sem deficiência Intelectual à sociedade.

Instituto de Educação e Esporte- Rede de Núcleos Esportivos Sócio-Educativos IEE
Proporciona por meio do esporte a formação de cidadãos críticos e participativos, que impactam e desenvolvem suas comunidades através do esporte.

Infância e adolescência

Sepi - Projeto Cidadão do Amanhã
Tem por finalidade proteger crianças, distanciando-as de situações de risco e vulnerabilidade social, trabalhando o desenvolvimento de habilidades e potencialidades.

APAE SP- Projeto Qualificação Profissional
Potencializa habilidades e competências de adolescentes com deficiência intelectual, proporcionando autonomia e independência, para maior inclusão à sociedade e empregabilidade.

GRAACC - Atendimento de Odontológico no GRAACC
Oferece atendimento odontológico qualificado a crianças e adolescentes com câncer no hospital do GRAACC.

Instituto Criança é Vida - Parceria Multiplicadora
Proporciona a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social projetos com foco na saúde física e emocional.

Parceria pela Valorização da Educação (PVE)
Contribui para a melhoria da educação pública nos municípios onde há operações do grupo Votorantim, atuando em parceria com as prefeituras e secretarias municipais de Educação.
Nós do Banco Votorantim estamos juntos apoiando essa iniciativa através da premiação dos municípios que se destacaram no PVE, fomentamos e estimulamos o intercambio educacional, por meio de treinamentos às equipes e secretarias municipais.

Associação de Assistência Social e Cidadania- Projeto Semear e Viver com Saúde
Atua na prevenção ao uso de drogas lícitas e ilícitas, apresentando como alternativas de geração de renda a agroecologia.

Associação de Assistência e Amparo ao Menor- Projeto Ação Amor
Oficinas de aprendizagem que resgata e trabalha a autoestima de jovens, desenvolvendo o protagonismo e os conscientizando de seus direitos e deveres.

Projeto Viver- Projeto Ficar
Promove parceria entre famílias e o Projeto Viver, para melhorar o desenvolvimento físico, psicológco e emocional das crianças e adolescentes participantes.

Idoso

A crise argentina explicita os avanços institucionais que ajudaram o Brasil a superar os pesadelos fiscais e cambias.

Roberto Padovani - 03 de setembro de 2019


A Argentina anunciou, pela terceira vez em 40 anos, um calote da dívida pública. Esta recorrência explica a tendência de empobrecimento do país e reforça os acertos das escolhas feitas no Brasil.

Depois do calote de 1982, a reestruturação da dívida argentina anunciada em meio à grave crise de 2001 foi fundamental para explicar a trajetória que levou a um novo default neste ano. Isso porque a Argentina passou boa parte dos últimos anos às voltas com seus credores, perdendo o boom financeiro global gerado pela forte expansão chinesa e pelo ciclo de alta de preços de matérias primas a partir dos anos 2000.

O resultado é conhecido. Sem conseguir acumular reservas internacionais, a economia continuou vulnerável a choques externos e a fugas de capitais, dificultado a ancoragem de câmbio, inflação e juros. Com menor previsibilidade, o crescimento se tornou baixo e instável, levando a um empobrecimento relativo do país.

De fato, inflação acima de 50% ao ano e juros superiores a 70% dificultam a saída da recessão iniciada em 2018. Mais importante, este cenário não ajuda a romper com a tradição de calotes em série da região e mantém a Argentina no clube dos maus pagadores, o que produz impactos sobre a capacidade de crescer de longo prazo.

Este comportamento já foi estudado por Kenneth Rogoff . Para o economista, países mais pobres ou institucionalmente frágeis são intolerantes à dívida. Preferem o custo de romper contratos com credores a enfrentar o ônus político e econômico de um ajuste fiscal, como o aumento de impostos e cortes dos gastos. Com baixa credibilidade, estas economias enfrentam custos mais elevados de crédito, fluxos financeiros instáveis e, portanto, menor estabilidade de câmbio, inflação e juros. Ambientes menos previsíveis, por sua vez, penalizam o crescimento e reforçam as incertezas, levando a um círculo vicioso entre crescimento, crise fiscal e reputação. Tensões políticas e retrocessos institucionais costumam, também, fazer parte deste processo.

Este quadro faz com que os eventos de crédito se tornem recorrentes e comprometam o desenvolvimento econômico. A história mostra que esta lógica é difícil de quebrar, sendo necessários anos de ajustes e responsabilidade fiscal para reconstruir reputação.

O contraponto seriam sociedades supostamente tolerantes à dívida. São, normalmente, economias ricas ou institucionalmente maduras, que aceitam os custos políticos de uma correção nas contas públicas para manter contratos. Ao agir deste modo, constroem reputação e alimentam um círculo virtuoso entre estabilidade e crescimento, reduzindo o risco de defaults. O Japão é um bom exemplo, convivendo com dívidas elevadas e baixos custos econômicos.

Por este aspecto, a crise argentina diz muito sobre o Brasil. Não porque haja contágios econômicos e financeiros relevantes, como era comum até o início dos anos 2000 , mas porque mostra o esforço que a sociedade brasileira tem feito para reconquistar credibilidade e construir boas instituições.

Diferentemente da Argentina, o Brasil conseguiu enfrentar as incertezas agudas de 2002 sem recorrer ao calote da dívida, como se temia na época. Sem o default, a economia brasileira surfou melhor o ciclo de commodities, gerando fluxos financeiros e comerciais que elevaram as reservas internacionais de um patamar de US$ 50 bilhões em 2003 para os atuais US$ 385 bilhões. Com isso, as contas externas deixaram de ser uma restrição e permitiram que a economia ficasse menos vulnerável às mudanças frequentes de humor dos investidores internacionais.
Desde então, o principal canal de contágio das turbulências internacionais passou a ser o do crescimento, moderando os efeitos do câmbio sobre a inflação e permitindo ao Brasil acompanhar os ciclos monetários globais. A gestão da economia deixou de ser pró-cíclica, abrindo espaço para estímulos fiscais e monetários durante as crises . Este movimento ficou claro em 2008, quando a recessão nos Estados Unidos não levou a políticas restritivas que acentuassem a desaceleração.

Neste momento, o Brasil optou por um importante ajuste na estrutura de gastos do governo federal, encaminhando uma reforma da previdência que possui, em qualquer lugar, custos políticos elevados. Foi mais um passo na direção de construir reputação e se distanciar do histórico de mau pagador. Principalmente após os anos recentes de populismo.

Com menores custos de crédito e mais estabilidade, o Brasil seguirá se distanciando de seu vizinho. Se nos anos 80 as economias tinham tamanhos muito próximos, o PIB argentino é hoje cerca de 25% do brasileiro. Da mesma forma, a Argentina deixou de ser um parceiro preferencial, mesmo com toda a pauta de integração do Mercosul. Do ponto de vista financeiro, os mercados atribuem leituras de riscos radicalmente diferentes. Enquanto o Brasil opera com um prêmio de risco soberano próximo a 1,5 ponto percentual acima dos juros americanos, a Argentina trabalha com uma taxa superior a 45 pontos percentuais.

Não deixa de ser simbólico, portanto, que no ano em que o Brasil reestabiliza sua dívida pública, a Argentina volta ao calote e ao controle cambial. Um pesadelo que conseguimos superar.

¹Rogoff, K.S., Reinhart, C.M. “This time is different”, Princeton University Press, 2009. ²Era comum imaginar que crises na Argentina afetariam igualmente o Brasil. A semelhança e proximidade das economias geravam a mesma percepção de risco e, portanto, contágios. O chamado “efeito Orloff” era símbolo deste movimento, usando como referência a propaganda que prometia uma ressaca menor com a frase “eu sou você amanhã”. ³Volpon, Tony. “The emerging market crisis of 2015 or the third stage of the global financial crisis”. Banco Central, nov/2015.
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Iniciativas nas áreas de negócios

Princípios do Equador

O Banco Votorantim tem orgulho em ser signatário dos Princípios do Equador, que estabelece um conjunto de critérios socioambientais observados mundialmente na análise de produtos financeiros.

Esses critérios nos direcionam na avaliação e gestão de riscos ambientais e sociais, na seleção de projetos de investimento e na tomada de decisão de crédito.

A adesão aos Princípios do Equador é voluntária e está alinhada à nossa Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (PSRSA).

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Iniciativas nas Áreas de Negócios

Parcerias e representações

O Banco Votorantim é associado ao Conselho Empresarial Brasileiro para o Desnvolvimento Sustentável (CEBDS).

Trabalhamos juntos na promoção do desenvolvimento sustentável, em práticas da responsabilidade social empresarial e na construção de uma sociedade mais sustentável.

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