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Introdução

A gestão de riscos tem suas políticas aderentes às melhores práticas de mercado, e está em linha com as diretrizes definidas pelo Banco Central. Sua abrangência é no âmbito das empresas ligadas ao Banco Votorantim S/A

Foram estabelecidas políticas e procedimentos e implantado um sistema de gestão de riscos capaz de gerir, avaliar e mitigar os riscos inerentes aos seus negócios, proporcionando à Diretoria Executiva uma visão de todos os riscos incorridos.

Instituiu-se o Comitê Operacional de Risco e subordinado a este existem três comissões, sendo uma direcionada para a gestão do risco de mercado, outra para atuar como gestora do risco de crédito e uma terceira focada para a gestão do risco operacional.

O Comitê Operacional de Ativos e Passivos ("ALM") executa as gestões estratégicas do capital e do balanço. O acompanhamento do risco de liquidez é feito por uma Comissão específica, que é subordinada a este Comitê.

Comitê Operacional de Risco

É o órgão responsável pela definição das diretrizes para o gerenciamento e controle dos riscos inerentes aos negócios.

Comissão de Risco Financeiro
 

Comissão de Risco Operacional
 

Comissão de Risco de Crédito
 

Comitê Operacional de Ativos e Passivos "ALM"

O Comitê Operacional de Ativos e Passivos "ALM" é o responsável pela gestão da política de ativos e passivos do banco, que inclui os riscos estruturais de taxa de juros, liquidez e taxa de câmbio, bem como a gestão do capital da organização que busca otimizar a relação risco versus retorno de modo a minimizar perdas, por meio de estratégias de negócios bem definidas, em busca de maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basiléia).

Suas atribuições compreendem:

  • O estabelecimento de políticas e procedimentos apropriados para gestão do balanço;
  • A gestão estratégica do capital;
  • O estabelecimento de critérios e regras para pricing interno;
  • A revisão e aprovação de planos de funding de médio e longo prazo;
  • A definição da estratégia de liquidez e estrutura ótima para nortear a gestão de liquidez e risco de liquidez;
  • O acompanhamento da precificação e rentabilidade por segmentos e seus impactos na rentabilidade global do Banco;
  • A revisão periódica do processo de gerenciamento de ativos e passivos, técnicas e ferramentas para identificar áreas de melhoria.